O cavalo como tema eterno da arte
Das cavernas pré-históricas aos estudos de anatomia do século XVIII, o cavalo acompanha a história da representação humana.

Muito antes da escrita, o cavalo já estava nas paredes das cavernas. As pinturas de Lascaux e Chauvet, na França, mostram cavalos desenhados com uma vitalidade que ainda impressiona.
Do friso clássico ao retrato equestre
Na Grécia antiga, o friso do Partenon reuniu dezenas de cavaleiros em procissão. Séculos depois, o retrato equestre tornou-se símbolo de poder e prestígio nas cortes europeias.
Anatomia como linguagem
No século XVIII, o pintor inglês George Stubbs publicou The Anatomy of the Horse, resultado de anos de estudo minucioso. Seu trabalho mudou a maneira como artistas compreendiam músculos, ossos e proporções do animal.
Representar um cavalo é tentar capturar força e delicadeza ao mesmo tempo.
Hoje, pintores, escultores e fotógrafos continuam voltando ao mesmo tema, cada um buscando a sua forma de traduzir presença, movimento e caráter.
